Depoimentos de quem acreditou na terapia

Hudson*, 37 anos

Meus colegas de escola passaram grande parte do 1º grau me humilhando. Depois, no psicólogo, descobri que isso me levou a ter medo das pessoas e de ambientes cheios de gente. Durante muito tempo eu não consegui defender os meus posicionamentos e as minhas vontades, achando que eu era inferior e incapaz. Com muito jeito, o psicólogo conseguiu me levar a ver que eu não precisava ser refém daquela história de vida passada na escola e que eu era mais forte do que todos e eu mesmo pensávamos. Sou muito grato a ele e nunca deixo de recomendar a psicoterapia aos que sofrem.

Luana*, 16 anos

Graças a minha psicóloga eu consegui entender por que eu fazia xixi na cama até os meus 12 anos de idade (!) e, então, consegui mudar esse comportamento. Desde então posso dormir na casa das minhas amigas sem medo de passar vergonha. Obrigada, psi!

Onivaldo*, 57 anos

Quando meu filho mais velho morreu, pensei que não havia mais motivo para eu mesmo continuar vivendo. Achava uma injustiça muito grande ele ter morrido mais cedo do que eu

e comecei a pensar que a culpa era minha por não ter dado conta de protegê-lo. Comecei a beber mais do que já bebia e arrastei o meu casamento e a minha família para um buraco sem fim. Hoje agradeço a Deus por meu primo psicólogo ter me convencido a visitar uma psicóloga amiga dele. No começo eu visitava a psicóloga por que achava bom conversar com alguém “de fora” sobre a minha dor, mas, aos poucos, consegui enxergar que aquelas conversas conseguiam me mostrar a importância de eu estar ali tratando de outras coisas que já povoavam a minha cabeça muito antes da morte do meu filho. Hoje sinto-me em paz comigo mesmo e com a vida e não deixo de levar a minha esposa a outra psicóloga. Todos temos a cabeça povoada por pensamentos que poderiam ser repensados.

Ana Beatriz*, 25 anos

Quando eu era criança, fui atacada por uma coruja quando caminhei rumo à toca em que os filhotes dela estavam alojados. Fiquei muito traumatizada com os ataques e passei a ter medo de permanecer exposta em lugares abertos. Medo não, pavor. Deixei de viajar, de ir à fazenda com os meus pais e até mesmo de sair da sala de aula no recreio da escola.

Todo tipo de pássaro me amedrontava. Precisei da ajuda de um psicólogo para recuperar a coragem de encarar o céu aberto novamente. Aos poucos ele foi me fazendo perder o medo de tudo que me lembrasse o dia do ataque e me senti totalmente recuperada quando consegui voltar ao mesmo lugar em que as corujas costumavam ficar. O tratamento foi rápido e valeu à pena.

Jonas*, 33 anos

O psicólogo que contratei me ajudou a descobrir por que eu era super desorganizado a ponto de perder empregos e oportunidades em função da minha indisciplina. Em poucos meses de “tratamento” revi uma série de situações da minha vida e percebi o quanto a minha irresponsabilidade financeira e profissional era uma forma de boicote que eu mesmo infligia a mim por conta de questões muito mal resolvidas da infância e da adolescência. Foi um investimento que fiz e que resultou em ganhos muito maiores para mim. Hoje sou mais responsável e consigo gastar a minha energia destrutiva em áreas que não me trazem prejuízos pessoais, como em hobbies estranhos que cultivo mas que são completamente inofensivos.

João Ricardo*, 41 anos

Procurei um psicólogo quando eu estava a um passo de terminar um casamento de 20 anos em função de uma paixão inesperada por uma colega de escritório 18 anos mais nova do que eu. Eu sabia que amava a minha esposa e que era feliz ao lado dela, porém, não conseguia evitar o crescimento de um interesse avassalador pela moça que o escritório resolvera contratar de uma hora para outra ao final do ano passado. Ao procurar o psicólogo eu desejava entender melhor a origem daquele sentimento incontrolável e que estava prestes a redefinir toda a minha vida. Sendo assim, eu não podia agir sem entender melhor o que se passava comigo. A psicoterapia me ajudou a enxergar o que estava acontecendo à luz da minha própria história de vida, dando-me mais segurança e clareza para tomar uma decisão mais coerente e honesta com o sentido da minha existência e das minhas relações.

Margarida*, 31 anos

Levei minha filha de 5 anos à psicóloga depois que ela deu uma série de birras gigantescas na porta da escolinha por não querer ficar lá. Ela gritou muito, se debateu e agrediu as coleguinhas e as professoras que tentaram se aproximar. Fiquei muito preocupada com aqueles comportamentos e fui atrás de um profissional que me ajudasse a entender o que estava acontecendo. Por meio de desenhos e brincadeiras simples, a psicóloga conseguiu compreender o que se passava com a minha filha e, então, descobrimos que um professor da escolinha causava muito medo a ela por causa da sua grande semelhança com o pai que a agredia e que também costumava me agredir quase todas as noites. Foi difícil resolver esse conflito na cabecinha dela, mas a psicóloga foi muito hábil e conseguiu ajudá-la a não ter mais medo daquele professor que era inocente.

Janeiro Branco

O Projeto Janeiro Branco faz do mês de Janeiro um marco temporal estratégico para que todas as pessoas reflitam, debatam e planejem ações em prol da Saúde Mental e da Felicidade em suas vidas. Participe e ajude a divulgar nossa ideia!

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